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41.94% Concordo. Prolongar artificialmente a vida de um paciente só causa sofrimento.

 
 

28.39% Discordo. O papel da medicina é assegurar a vida, independente das circunstâncias.

 
 

29.68% A medida ainda precisa ser mais discutida.

 
  Total de 310 votos 
 
Opiniões
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Nome Opinião
Audenide Novaes Silva   não concordo, médicos e toda equipe devem fazer o possível e o impossível pra assegurar a vida do paciente.
luzia Maria Oliveira silva santos   Acho que prolongar o sofrimento´e muito doloroso tanto para o paciente como quem o acompanha, que leva horas, ali próximo, olhando e sem poder fazer nada, a não ser pedir proteção ao nosso poderoso DEUS.
carlos bottas   concordo, o paciente sobrivivendo artificialmente à custa do tratamento só faz prolongar o sofrimento daquele paciente que de qualquer forma virá a óbito por ser doente terminal, além de aumentar e prolongar o sofrimento dos familiares. Portanto, se for desejo do paciente e/ou familiares o tratamento para prolongar a sobrevida deve ser interrompido
Marli Povoas   Boa Noite Este assunto me contrange!! Acho muito dificil dar uma opinião, mas Como sou muito crente em Deus, tenho certeza que ELE é quem está no comando. Os médicos são responsaveis e devem respeitar e seguir o juramento que fizeram com competência e conciência. Marli
Ernane Gusmao   Ortotonasia e morte com dignidade;ao contrario da distanasia,prolongamento meramente artificial de uma vida ja sabidamente inviavel,o que configura inequivoca obstinacao terapeutica.Praticar ortotanasia e permitir uma morte decente,com toda a assistencia e cuidado basico,em paciente cujo prolongamento da vida e meramente vegetativo,oneroso e extremamente sofrido para todos.
edvaldo cedro   O Espiritismo nos prova a imortalidade da alma e que os últimos instantes de vida pode levar o espírito a reflexões profundas sobre sua vida terrena e consequentemente ter melhores condições para enfrentar o despertar para outros mundos, além do fato de que sòmente a Deus é permiitido retirar a vida física de alguém. Desta forma, sou radicalmente contra a ortanásia. A Doutrina Espírita é maravilhosa. Vale a pena conhece-la antes de condená-la!
Carlos A. Novais   Eu me recordo muito bem dos últimos dias do ex- presidente da república Tancredo Neves, nos seus últimos dias de vida, eu pude compreender que aquilo não era mais tratamento, mas tortura. Foi noticiado, não sabemos se foi verdade, que algumas partes das mãos do entao presidente da república já estavam apodrecendo. Repito apodrecendo. Pergunto se isto é uma atitude responsável. A ortotanasia deve ser mais discutida de forma a se evitar erros ou atitudes irresponsáveis.
Henrique Brito   O que fico preocupado é se estamos preparados para tomar uma decisão desta. Até que ponto conhecemos a vida, os nossos limites. Acho que precisamos mainda discutir este tipo de decisão e principalmente nos aprofundarmos em nós mesmos.
CYNTHIA SIMONNI REIS E ROCHA   Não concordo. devemos sempre ter esperança. A função da Medicina não é decidir a hora do paciente morrer, ainda que a família autorize essa atitude.
Mirian Souza Silva   Não temos o direito de acabar o sofrimento de ninguém com a morte. Será que essa atitude não demonstra egoísmo? Amamos tal pessoa, mas se ela está sofrendo, debilitada, vivendo com ajuda de aparelhos, logo pensamos que: é melhor desligar tudo e acabar logo com este sofrimento todo. Pense no seu próximo como se fosse você. Deus é um Deus de milagres. Não concordo.
Wagner A Bomfim   O direito a vida é assegurado pelo Estado (Constitucional). A parte questões de crença religiosa, entendo que essa questão por ser bastante polêmica necessita ser exaustivamente discutida tanto nos aspectos jurídicos com técnicos. Seria prematuro, dar opnião contra ou favor antes de esgotar todas nuances do assunto.
Virgilio Gouveia   Não sou a favor. É iniciar um processo de degradação do profissional médico. Quando se está enfermo é à Medicina a quem recorremos, por te confiança e fé, que aliados ao trabalho do Médico, somam muito. Enquanto houver vida, haverá esperança, haverá em tudo uma luz.
João Lima Dias   Sou enfermeiro recém formado e fiz dois estágio extras na uti, e vi o empenho dos profissionais em salvar vidas. Minha opinião é que antes de tomar qualquer decisão deve-se levar em conta vários fatores, como a familia, realizar varios exames e certificar-se de que o estado do paciente é realmente irrersivel, para esta pratica não tornar-se banal.
Antonio Bastos   Não concordo,por enquanto.Há muitos casos do paciente ficar em coma por meses e, surpreendentemente,de repente,voltar a sí.Além do mais precisa ser visto o lado espiritual.Como fica o espírito se for "desligado" do corpo enão ter sido ainda a hora para isso?Ele vai ficar vagando,vai reencarnar??
edna araújo   concordo com edvaldo cedro
eronildes cardoso de morais   acho que ainda deve ser bem discutido o assunto, pois não é brincadeira a vida de uma pessoa. Parabéns por pedir a nossa opinião, esse site é maravilhoso.
ENILCE SANTOS   Concordo com HENRIQUE BRITO
Julianna Valois   Sou psicóloga recém formada, e concordo que prolongar a vida de uma pessoa por meios artificiais pode vir a gerar mais sofrimento ao paciente, mas a partir de minha experiência em estágios na aréa de oncologia, acho que cada caso tem sua individualidade, por isso acho que não deve-se fazer uma lei e aplicar a todos. Acredito que será mais prudente que se estude cada caso com a família, inserindo esta em um acompanhamento psicólogico.
Daniella da Costa Castro   não concordo, a vida é o principal e direito de todos quem somos nós para decidir sobre viver ou morrer, somente a DEUS o criador da vida cabe essa decisão; Pensem seria o mesmo que condenar uma pessoa para pena de morte, e praticar um aborto?
DANIELA   CONCORDO POIS FICAR SEGURANDO A VIDA DE UM PACIENTE POR MEIO DE APARELHOS SÓ CAUSA SPFRIMENTO PARA TODOS(PACIENTE,FAMILÍARES E EQUIPE DE MÉDICA).JÁ QUE P POSSÍVEL JÁ FOI FEITO.
Renato Ferreira Passos   Não concordo. O sofrimento físico faz parte da vida de cada um de nós. Só quem pode aliviar ou tirá-lo, além da vida, é o Criador.
José Rogério   Não concordo. E quem vai decidir qual é o tempo do paciente morrer, o médico? Não é muita pretensão não? Já imaginou se os médicos do século XVIII tivessem tido essa mesma atitude? A expectativa de vida na época era de 30 anos. Já imaginou se eles dissessem - "Ótimo, não vale a pena investir na medicina, 30 anos é só o que a medicina pode estender da vida de uma pessoa", se Pasteur dissesse que quando os microorganismo estão na pessoa não se pode fazer mais nada?
Rionete Santana dos Passos   Não concordo.Enquanto houver ciclo vital haverá esperanças.
Léssia Lavinne Lima   Conordo com Julianna Valois e com Edvaldo Cedro. Pensando na psicologia vejo que cada caso deve ser avaliado com muito cuidado, pois é uma decisão muito séria. Ao mesmo tempo, penso nas questões espirituais, em que o sofrimento nos faz refletir sobre muitas coisas, não que seja bom sofrer, mas viver é condição para aprender sobre a própria vida.
Patricia Alves de Lima   Deus é o dono da vida, logo Ele nos deu O mesmo a tire. o Homem não tem esse direito!
Lígia Sena   Acho que ninguém deve prolongar a vida de uma pessoa que esteja em extremo sofrimento ou sem a possibilidade de recuperação.
Edvaldo Bazilio   Creio eu que para interomper a vida de uma pessoa, não basta apenas discutir. É preciso levar em conta o principio da ética do direito e da moral, visando e analisando os principios morais tanto da familia quanto do proprio acamado. Pois não se trata de um objeto e sim de uma vida em sofrimento.
edmundo sales   qua o papel da medicina?? acho que seja assegurar a vida, independente de qualquer coisa... concordar com isso é muito fácil quando se trata de alguém que não conhecemos.Será que se fosse um pai ou uma mãe nossa nós concordaríamos?Acho que por mais incurável que seja uma doença, temos que prestar todo o socorro possível, afinal esse é o papel da medicina...
ANNE STEFFEN BEMFICA   DESCORDO TOTALMENTE APÓS TER VIVENCIADO COMO ENFERMEIRA DE UMA UTI PED. DE SALVADOR DE GRANDE PORTE UMA CÇA TER SIDO DIAGNOSTICADA COM MORTE CEREBRAL ATRAVES DE TODO PROTOCOLO MÉDICO, EEG,AVALIAÇÃO DO NEURO E ETC. E APÓS TER SIDO EXTUBADA E DESLIGADO AS DROGAS A CÇA REAGIU COM BATIMENTO PALPEBRAL,GASPINHANDO POR QUASE DUAS HORAS QUANDO FOI ENTUBADA DE URGENCIA, RETORNADO AS DROGAS E A MENOR VEIO A ÓBITO APÓS UM MÊs.
José da Silva Ribeiro   Eu concordo por que? Se os médicos já fizeram o possível e o impossível,para curar o paciente e não obtiveram êxito por falta realmente da cura. Em vez de mantê-lo vegetando, sem pespectiva de cura, o melhor mesmo é encurtar o tempo de sofrimento do paciente . êste é o meu ponto de vista.
Mariana   Entendo que a pergunta e a resposta, deveriam convergir, simplesmente para a individualidade de quem responde. Assim diria que se fosse "EU", colocada na condição de paciente, concordaria ou discordaria? É muito fácil decidir pelo outro. Temos que nos colocar na situação, para a resposta ser efetiva. O descanso, o alivio, talvez seja do espectador. Vida é chama que arde para ser mantida!
SÂMIRA   NÃO CONCORDO. NÃO PELO FATO DE SER RELIGIOSO OU NÃO, POIS RELIGIÃO NENHUMA SALVA OU LIBERTA, MAS PORQUE SOMOS FEITOS POR DEUS E ELE NÃO NOS DEU O DIREITO DE TIRAR A VIDA E SIM CAPACITA O HOMEM A CADA DIA PARA SALVAR O HOMEM, DANDO AOS MÉDICOS CONHECIMENTO E SABEDORIA PARA EXERCER SUA FUNÇÃO DE SALVAR, DE CUIDAR...NO SALMO 68:20 DA BÍBLIA SAGRADA DIZ QUE "COM DEUS O SENHOR ESTÁ O ESCAPARMOS DA MORTE"
Cristiane Mendes da Silva Nascimento   Eu discordo, por mais que seja doloroso um proceso prologado de tratamento ninguém tem o poder de decidir que a pessoa deva morrer logo ou não, acreditando em Deus como pessoa religiosa que sou, também acredito que ele pode curar todas as doenças se a pessoa crê é claro, então para se decidi fazer isso a pessoa realmente não tem fé, e se for preciso que ela passe por isso para ser salva, ela vai está tirando não só sua vida, mas também sua salvação.
 
         
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