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Estilo de vida

A incidência de AVC (Acidente Vascular Cerebral) em jovens, na faixa dos 15 aos 34 anos de idade, é mais comum do que pode parecer. Registros do Ministério da Saúde, disponíveis no banco de dados Datasus, apontaram um aumento de 64% nas internações por AVC, entre homens, e de 41%, entre mulheres, nessa faixa etária, no período entre 1998 e 2007. Decorrido pouco mais de uma década do estudo, os fatores de risco para AVC permanecem descontrolados, na população brasileira: má alimentação, com alto consumo de refeições industrializadas e bebidas alcóolicas; tabagismo e sedentarismo são alguns exemplos. Vice-coordenador médico da Unidade Coronariana do Hospital Português (UCO), Dr. Marcos Barojas observa que o estilo de vida pouco saudável é um importante gerador de aterosclerose, doença inflamatória crônica dos vasos sanguíneos, comumente associada ao AVC. “Esse quadro se agrava se houver predisposição genética para doenças cerebrovasculares”, adverte.

Foi o caso do autônomo Itamar Paixão, que sofreu um AVC aos 34 anos de idade. Apesar de não ser fumante e usar medicamentos desde o final da adolescência, para controle da hipertensão arterial herdada geneticamente dos seus pais, ele conta que não seguia uma rotina de hábitos saudáveis. “Minha alimentação era muito desregrada. Quase não comia frutas e vegetais, mas, frequentemente, comidas gordurosas e fast food. Também era notório o meu sedentarismo”, relembra. Não demorou muito para que sintomas de um AVC se apresentassem: fortes dores de cabeça, cansaço diante de qualquer atividade, dores no corpo e, principalmente, na região peitoral e ombros, segundo ele informa. “Fiz os exames de tomografia e angiografia, sendo diagnosticado com um AVC hemorrágico causado por um coágulo. Tive uma lesão no nervo óptico, que consegui curar com medicação e tratamento no pós-cirúrgico. Nasci de novo”, afirma, dez anos após a experiência que mudou sua vida.

Especialista da equipe de Neurocirurgia do Hospital Português, Dr. Leonardo Conrado explica que embora o AVC isquêmico, causado por oclusão de um vaso cerebral, represente cerca de 85% dos casos, na rotina de atendimento hospitalar da Neurocirurgia são mais frequentes os casos de AVC hemorrágicos, por ruptura de um vaso. O neurocirurgião também informa que os recursos modernos da medicina têm contribuído significativamente para o diagnóstico precoce, tratamento e controle efetivo do problema. “Hoje, em instituições de referência como o Hospital Português, dispomos de um centro cirúrgico bem equipado, Unidades de Terapia Intensiva com equipamentos de ponta, profissionais especializados e protocolos específicos para esse tipo de atendimento, além de medicações avançadas e métodos de intervenção menos invasivos, gerando alto índice de reabilitação dos pacientes. Entretanto, o melhor caminho ainda é a prevenção, através de uma vida com hábitos saudáveis”, conclui. 

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