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Exercícios físicos na gestação

gestante malhandoA prática regular de atividade física está comprovadamente associada a uma série de benefícios físicos e mentais, que afetam positivamente a saúde e, consequentemente, ajudam a ampliar a qualidade de vida. Aumento da disposição e resistência física, melhora da condição cardiorrespiratória, diminuição da ansiedade e do estresse são alguns exemplos. Na mulher grávida, os exercícios físicos também podem ser grandes aliados no enfrentamento das transformações que caracterizam as diferentes fases da gestação. À medida que a barriga cresce, as alterações hormonais ganham evidência em sintomas como cansaço, inchaço nas pernas, dores na coluna e sobrecarga nas articulações; queixas frequentes no consultório obstétrico, de acordo com o coordenador médico da Maternidade Santamaria, Dr. Leomar Lyrio. “Quase sempre essas manifestações podem ser aliviadas espontaneamente, sem a necessidade de uso de medicamentos, apenas com o abandono do sedentarismo. Se não há contraindicação médica, a gestante pode se beneficiar enormemente deste hábito saudável”, destaca.  

                                                                                                          

Além de favorecer a boa forma com o controle de peso, seguir uma rotina de exercícios, na gestação, também ajuda no equilíbrio emocional e na redução do risco de complicações obstétricas, proporcionando proteção à saúde do bebê em desenvolvimento. Outras conquistas progressivas, para a grávida que se exercita, são o preparo cardiovascular, controle respiratório, prevenção de dores em geral (com o fortalecimento dos membros inferiores, para suportar o aumento natural de peso e as alterações circulatórias do período), correção da postura, desenvolvimento da consciência corporal e melhor percepção e controle da musculatura do assoalho pélvico ou períneo, que facilitam o trabalho de parto. “Uma gestante bem assistida e treinada vivencia o momento do parto com tranquilidade e apresenta melhor condição física no pós-parto, usufruindo de disposição e bem-estar na rotina de cuidados do bebê”, observa a fisioterapeuta da equipe multidisciplinar da Maternidade Santamaria, Roberta Melo.

 

O primeiro passo para desfrutar dessas vantagens é manter o acompanhamento pré-natal em dia. Dr. Leomar Lyrio adverte que esse cuidado assegura que a futura mamãe receba atenção especializada e orientações necessárias à manutenção do seu bem-estar, ao longo da gestação, viabilizando o crescimento saudável do feto. “Se não for uma gravidez planejada, o pré-natal deve ter início no momento de descoberta da concepção, para que seja avaliada a condição clínica do binômio materno-fetal. A partir desse estágio, o obstetra poderá instituir o cuidado mais adequado para ambos, podendo recomendar ou contraindicar a prática rotineira de atividade física”, informa. Desse modo, trocar o sedentarismo por uma rotina de treinos, sobretudo nessa fase de mudanças intensas no corpo da mulher, demanda planejamento. Hábitos alimentares, enfermidades pré-existentes, comportamentos de risco (como tabagismo, ingestão de bebidas alcoólicas e estresse), tudo isso deve ser levado em consideração.

 

Gestantes consideradas aptas clinicamente pelo médico obstetra precisam seguir sempre um programa de exercícios específico e individualizado, que respeite os limites pessoais e evite qualquer tipo de desgaste. A escolha da modalidade, intensidade e frequência do treino, também necessita se adequar ao estado clínico e capacidade física da mulher grávida. “Em geral, recomenda-se a prática de atividades moderadas, com foco no alongamento, respiração, relaxamento, fortalecimento muscular e manutenção da força abdominal e pélvica“, informa Roberta Melo. Entre as possibilidades mais indicadas, para essa fase, estão a caminhada e o pilates, ou mesmo modalidades aquáticas, como natação e hidroginástica, devido ao baixo impacto oferecido aos movimentos articulares, especialmente, no caso mulheres que estavam sedentárias e precisam priorizar o ganho de força e condicionamento do corpo.

 

No entanto, a fisioterapeuta não descarta a possibilidade de a gestante realizar atividades de maior impacto, como a musculação. “Mulheres que já praticavam esta modalidade física, regularmente, antes de engravidar e possuem condicionamento orgânico devido a esse histórico, muito provavelmente, poderão manter a prática. Para tanto, devem receber orientação do educador físico ou fisioterapeuta, de modo concomitante ao acompanhamento obstétrico”, enfatiza. Esse trabalho integrado, na avaliação de Dr. Leomar Lyrio, é uma das condições fundamentais para que a gestante se beneficie das inúmeras melhorias sistêmicas geradas pelo exercício físico habitual. “A gestação é um período especial, de muitas mudanças no corpo feminino, para que o feto se desenvolva adequadamente. A mulher que se cuida nessa fase, buscando avaliação e acompanhamento especializados, e mantendo hábitos saudáveis no dia a dia, conquista maior qualidade de vida nos meses de gravidez e, também, no pós-parto”, finaliza.

 

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