Hospital  
 
   
Hospital consome energia racionalmente
 
 
Em cinco anos, Instituição reduziu consumo em 30%
 
 
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Poupar energia tem sido um dos maiores desafios da humanidade, nestes tempos de escassez de recursos naturais renováveis. Campanhas têm sido feitas por governos e organizações não-governamentais com o objetivo de tentar conter o desperdício deste bem que é indispensável ao funcionamento do mundo moderno. Consciente da sua responsabilidade como empresa de grande porte, diante deste contexto, o Hospital Português faz a sua parte e, nos últimos cinco anos, conseguiu reduzir o consumo de energia em torno de 30%.


O processo, que acontece diariamente, é conduzido com a parceria da empresa PoupLuz Consultoria, que trabalha junto com a Instituição desde 2003, quando foi instalado o equipamento chamado Controlador de Demanda, que monitora o fornecimento de energia por parte da concessionária. O gerenciamento acontece 24 horas ininterruptamente. "Naquela época, o Hospital migrou de faixa de tarifação e otimizou o funcionamento dos seus geradores. Verificamos também a necessidade de aproveitar mais a capacidade de geração interna", observa o engenheiro eletricista Alfredo Galvão, proprietário da PoupLuz Consultoria, que trabalha com o apoio do engenheiro eletricista André Amoedo, gestor do contrato com o Hospital.


A redução de 30% do consumo em um período de cinco anos, ressalta Galvão, aconteceu mesmo com o aumento das cargas, com a construção de novas unidades na Instituição, como o prédio de Recursos Humanos Valdemar Belém.  "Ainda temos um bom caminho a percorrer, falta inserir os colaboradores no processo de conscientização sobre a conservação de energia. É importante ressaltar que conservar energia não quer dizer racionar e, sim, usar energia em níveis compatíveis com as atividades realizadas e sem desperdício", destaca.

Galvão também chama a atenção para a adequada manutenção preventiva dos equipamentos, pois, uma vez que estejam funcionando perfeitamente, não consomem energia acima do necessário. O  engenheiro aponta para a necessidade de Instituição e colaboradores se unirem no que ele chama de CICE, que seriam as Comissões Internas de Conservação de Energia. Essas instâncias reuniriam colaboradores de todos os setores com a responsabilidade de acompanhar o estado dos equipamentos - dividindo a responsabilidade com o pessoal do Setor de Manutenção - e dar opiniões sobre formas de economizar energia.


Atitudes simples, como desligar a luz ao sair do ambiente de trabalho, desligar os monitores dos computadores - que consomem muita energia - e não deixar os aparelhos de ar condicionado ligados podem ajudar muito na redução do consumo da Instituição como um todo. Ele também recomenda que atividades de produção na cozinha ou na lavanderia sejam feitas fora do horário de pico, que ocorre entre 18h e 21h porque, neste intervalo, o custo da energia é 10 vezes maior. "Para o nosso ramo, estamos com um índice de eficiência energética muito bom em comparação com outras instituições", valoriza

 
         
 
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