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Hoje, existem muitos tipos diferentes de dor de cabeça catalogados. Elas
podem ser primárias, as mais comuns, ou secundárias.
Primárias: Causadas por distúrbios bioquímicos do
próprio cérebro que levam à dor devido ao mal funcionamento de
neurotransmissores e/ou seus receptores. Ex: Enxaqueca, dor de cabeça
tensional, dor de cabeça crônica diária.
Secundárias: Causadas por problemas em quaisquer regiões
do corpo, podem ter inúmeras causas, desde um resfriado, problemas dos
olhos, ouvidos até tumores cerebrais e aneurismas. Atingem 1% dos pacientes
com cefaléia.
Alguns números comprovam a grande incidência da
doença:
- 30% da população apresenta dor de cabeça em algum momento da vida
- 19% das mulheres têm enxaqueca
- 8% dos homens têm enxaqueca
Normalmente, a história clínica e o exame neurológico permitem orientar o
paciente com cefaléia. Exames por imagem, como a tomografia computadorizada
e a ressonância magnética, são necessários apenas em certas circunstâncias,
como nas cefaléias agudas, sem história prévia de dor de cabeça ou naqueles
casos em que se encontra alguma anormalidade no exame neurológico.
Ocasionalmente, o EEG (eletroencefalograma) pode sugerir alguma anormalidade
estrutural do cérebro, que deve ser investigada por exame de imagem.
"O tratamento preventivo da cefaléia exige do cliente paciência e
persistência. É necessário entender que a melhora da qualidade de vida virá
após algumas semanas mas sua manutenção requer visitas periódicas ao
profissional médico e aderência ao esquema medicamentoso", explica Dr.
Alfredo Rizzo, coordenador do serviço de Neurofisiologia do Hospital
Português.
O Hospital Português dispõe de profissionais e serviços altamente
especializados para o diagnóstico e tratamento dos distúrbios
neurológicos.
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