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É preciso entender o sono como um processo vital para o corpo humano já que, durante esse período, são desenvolvidas funções metabólicas como a produção de determinados hormônios. Sendo assim, a incapacidade de conciliar ou manter o sono é prejudicial ao organismo.
A insônia não é definida pela quantidade de horas que a pessoa deixa de dormir ou quanto tempo leva para pegar no sono, até mesmo porque a necessidade de dormir geralmente varia entre os indivíduos. A insônia pode causar problemas durante o dia como cansaço, falta de energia, dificuldade de concentração e irritabilidade. Ocorre em homens e mulheres de todas as idades, porém parece ser mais comum no sexo feminino e em idosos.
A insônia pode ser classificada como crônica quando é constante, ocorre na maioria das noites e dura mais de um mês. Pode ser ocasionada por uma combinação de fatores incluindo os decorrentes de desordens físicas ou mentais. Uma das causas mais comuns de insônia crônica é a depressão. Outras causas podem ser artrite, doença nos rins, problemas no coração, asma, apnéia e hipertireoidismo. Porém, a insônia crônica pode ser também ocasionada pelo estilo de vida, incluindo o mau uso de cafeína, álcool e outras substâncias; estresse crônico e ciclos quebrados de sono e despertar como, por exemplo, em conseqüência de trabalho noturno ou em turnos.
Pacientes com insônia são avaliados por meio de investigações especializadas, como a Polissonografia disponível no Laboratório do Sono do Hospital Português. Este serviço, que permite o diagnóstico dos distúrbios do sono, segue as recomendações técnicas da Sociedade Brasileira do Sono e é pioneiro no norte/nordeste do Brasil.
Diagnosticar se existem problemas psicológicos que sejam causadores da insônia, identificar comportamentos que podem piorá-la e interrompê-los ou reduzi-los, utilizar remédios sob a supervisão de um médico e apenas no período determinado são algumas medidas que podem auxiliar no tratamento deste problema.
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