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O acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, é uma complicação que acontece por comprometimento da circulação sanguínea no cérebro. A obstrução de uma artéria bloqueia o fluxo de sangue que deveria irrigar uma determinada região. Por conseqüência, as células da área afetada morrem, causando diversas seqüelas. Dependendo do local da lesão, pode provocar desde a morte da pessoa até paralisias, problemas de fala, de visão, de memória, entre outros.
Sedentarismo, consumo excessivo de álcool, fumo, hipertensão arterial e colesterol alto são alguns dos fatores de risco para essa complicação. Portanto, além de um acompanhamento médico freqüente, dietas alimentares equilibradas contribuem sensivelmente para a prevenção do AVC.
A má alimentação é responsável pelo desequilíbrio da saúde e pode desencadear uma série de doenças. Uma dieta rica em frutas, legumes, fibras e pobre em gorduras ajuda a perder peso, diminuir os níveis de colesterol e controlar a pressão arterial. Outras medidas são dar preferência ao azeite de oliva ou aos óleos de origem vegetal, comer peixe e aves preferencialmente assados, cozidos ou grelhados e evitar ao máximo os alimentos industrializados. Produtos enlatados, embutidos, conservas, molhos e temperos prontos, salgadinhos e fast-food podem ser dispensados.
Para as pessoas que já sofreram um acidente vascular cerebral algumas mudanças na dieta colaboram com o tratamento. Pouco sal e a ingestão de líquidos só fazem contribuir para manter o corpo saudável. É imprescindível que haja o acompanhamento de um nutricionista. Esse profissional promoverá mudanças alimentares permanentes e de forma gradativa, uma vez que é difícil uma mudança brusca dos hábitos alimentares.
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