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Tomografia Computadorizada — Hospital Português da Bahia

7 de abril de 2013

Tomografia Computadorizada

07 April 2013

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) prevê 520 mil novos diagnósticos da doença na população brasileira, até dezembro de 2013. A estimativa é alarmante, sobretudo por considerar 18 tipos específicos da patologia. Áreas como pele, próstata, mama, pulmão e útero aparecem entre as mais afetadas. Para confrontar essa realidade, os centros de referência em saúde têm investido na aquisição de tecnologias de última geração, que acenam para novas perspectivas de prevenção, detecção precoce e tratamento do câncer. É o caso da PET CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons). 
A tecnologia de ponta disponível no Serviço de Medicina Nuclear do Hospital Português, também usada nas especialidades neurológicas e cardiológicas, permite examinar detalhadamente a anatomia e a função metabólica dos órgãos, revelando tamanho, localização e viabilidade (existência) de tumores. “Hoje, o PET CT representa o método mais moderno de imagem para seguimento e avaliação do tratamento de câncer, possibilitando a análise de corpo inteiro do paciente e a definição de um tratamento oncológico preciso”, destaca a médica nuclear e líder da especialidade no HP, Dra. Adelina Sanches de Melo.
Ela explica que o grande diferencial deste exame complementar é a capacidade de analisar o metabolismo dos tumores, aspecto que permite traçar alterações funcionais no momento em que a doença ainda se encontra incipiente, ampliando a segurança para o paciente. Além de proporcionar a descoberta precoce de lesões mínimas, a qualidade de alta definição das imagens de corpo inteiro produzidas pelo equipamento potencializa o estadiamento tumoral, isto é, o rastreamento da expansão da patologia para outros órgãos. “Essa riqueza de informações clínicas resulta na promoção de uma assistência planejada e, consequentemente, mais humanizada para o paciente oncológico, uma vez que ele terá acesso ao tratamento mais adequado as suas reais necessidades de cura e não precisará ser submetido a procedimentos invasivos desnecessários”, informa.
Outra vantagem do PET CT é alta performance na captura de imagens de corpo inteiro, que possibilita identificar lesões de até dois milímetros em até 10 minutos, enquanto aparelhos convencionais requerem cerca de 30 minutos para detectar lesões acima de oito milímetros. O equipamento também tem sua eficácia comprovada na distinção entre processos malignos e benignos, na avaliação da resposta ao tratamento e no acompanhamento do paciente. “Esses fatores associados melhoram sensivelmente a escolha do método terapêutico, que passa a ser feito de forma mais individualizada, oferecendo efeitos colaterais mínimos”.  

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) prevê 520 mil novos diagnósticos da doença na população brasileira, até dezembro de 2013. A estimativa é alarmante, sobretudo por considerar 18 tipos específicos da patologia. Áreas como pele, próstata, mama, pulmão e útero aparecem entre as mais afetadas. Para confrontar essa realidade, os centros de referência em saúde têm investido na aquisição de tecnologias de última geração, que acenam para novas perspectivas de prevenção, detecção precoce e tratamento do câncer. É o caso da PET CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons). 

A tecnologia de ponta disponível no Serviço de Medicina Nuclear do Hospital Português, também usada nas especialidades neurológicas e cardiológicas, permite examinar detalhadamente a anatomia e a função metabólica dos órgãos, revelando tamanho, localização e viabilidade (existência) de tumores. “Hoje, o PET CT representa o método mais moderno de imagem para seguimento e avaliação do tratamento de câncer, possibilitando a análise de corpo inteiro do paciente e a definição de um tratamento oncológico preciso”, destaca a médica nuclear e líder da especialidade no HP, Dra. Adelina Sanches de Melo.

Ela explica que o grande diferencial deste exame complementar é a capacidade de analisar o metabolismo dos tumores, aspecto que permite traçar alterações funcionais no momento em que a doença ainda se encontra incipiente, ampliando a segurança para o paciente. Além de proporcionar a descoberta precoce de lesões mínimas, a qualidade de alta definição das imagens de corpo inteiro produzidas pelo equipamento potencializa o estadiamento tumoral, isto é, o rastreamento da expansão da patologia para outros órgãos. “Essa riqueza de informações clínicas resulta na promoção de uma assistência planejada e, consequentemente, mais humanizada para o paciente oncológico, uma vez que ele terá acesso ao tratamento mais adequado as suas reais necessidades de cura e não precisará ser submetido a procedimentos invasivos desnecessários”, informa.

Outra vantagem do PET CT é alta performance na captura de imagens de corpo inteiro, que possibilita identificar lesões de até dois milímetros em até 10 minutos, enquanto aparelhos convencionais requerem cerca de 30 minutos para detectar lesões acima de oito milímetros. O equipamento também tem sua eficácia comprovada na distinção entre processos malignos e benignos, na avaliação da resposta ao tratamento e no acompanhamento do paciente. “Esses fatores associados melhoram sensivelmente a escolha do método terapêutico, que passa a ser feito de forma mais individualizada, oferecendo efeitos colaterais mínimos”.