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Dia Mundial Contra o Câncer Reforça Importância dos Avanços na Área Oncológica — Hospital Português da Bahia

4 de fevereiro de 2016

Dia Mundial Contra o Câncer Reforça Importância dos Avanços na Área Oncológica

04 February 2016

Instituído pela União Internacional Contra o Câncer – UICC, 4 de fevereiro marca o Dia Mundial Contra o Câncer. Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde – OMS, mais de 12 milhões de pessoas são diagnosticadas com câncer todos os anos.

Algumas simples mudanças de hábitos alimentares podem ajudar a reduzir os riscos do desenvolvimento de cânceres. A adoção de uma alimentação saudável, por exemplo, contribui não só para a prevenção do câncer, mas também de doenças cardíacas, obesidade e outras enfermidades crônicas como diabetes. Embora os estudos ainda não sejam conclusivos, segundo o Ministério da Saúde (MS), um dos grandes aliados na prevenção ao câncer são os chamados alimentos funcionais, que além das funções nutricionais básicas, produzem diversos efeitos benéficos à saúde sendo capazes de desempenhar um papel potencialmente positivo na redução do risco de doenças crônicas degenerativas.

No grupo dos alimentos funcionais, as recomendações ficam por conta da ingestão de vegetais, frutas e cereais integrais na alimentação regular, já que grande parte dos componentes ativos estudados se encontra nesses alimentos. Em consonância com os estudos relacionados à alimentação, nos últimos anos, a medicina na área da Oncologia passou por melhorias de relevância no que se refere a tratamentos modernizados, precisos e menos invasivos.

Para a médica líder do Centro de Oncologia HP, Dra. Clarissa Mathias, entre as novidades mais significativas estão as terapias que atuam diretamente nos tumores. “Sem dúvidas, este foi um dos maiores avanços no que se refere ao tratamento oncológico. Na última década, a medicina deu um grande salto nas chances de cura dos pacientes e na diminuição dos efeitos colaterais, com terapias específicas, cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e imunoterapia”, comenta a especialista.