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6 Dicas para se proteger do sol no Carnaval

15 de fevereiro de 2019

Durante todo o ano, foliões de diferentes regiões do Brasil e do mundo nutrem um sentimento comum: a expectativa pela chegada do Carnaval soteropolitano. A festa, que é uma das maiores do planeta e sinônimo de diversão intensa, por vezes, faz o cuidado com a saúde ser deixado de lado. Exposição constante ao sol, desgaste físico acentuado e altas temperaturas são condições presentes, também, nesta verdadeira maratona da alegria. Para curtir o Carnaval, sem descuidar da proteção da pele, o dermatologista do Centro Médico Hospital Português, Dr. Ruy Guimarães Botelho, dá seis orientações essenciais ao folião. Confira as dicas do especialista!

1. Use protetor solar. No Carnaval, o uso de filtro solar deve seguir as mesmas regras de uso diário: aplicar, aproximadamente, uma hora antes da exposição, repor a cada hora e meia ou antecipar a reposição, caso haja suor excessivo, banhos frequentes ou de mar.

2. Use roupas e acessórios com proteção UV. Associe o uso de filtro solar ao de acessórios com proteção UV: roupas, bonés, viseiras e óculos escuros. Eficazes, esses recursos diminuem as áreas do corpo expostas ao sol. Roupas com proteção UV são impregnadas de substância semelhante à dos protetores solares, substituindo-os nas áreas cobertas pelo tecido. Logo, favorecem a aplicação e reposição de protetor solar em áreas menos extensas. Priorize comprar roupas UV em lojas confiáveis (jamais em camelôs ou afins) e observe sempre a validade pré-estabelecida pelo fabricante.

3. Hidrate-se. Na alta estação, sobretudo, todo líquido é bem-vindo, especialmente a água. Água de coco, isotônicos e sucos naturais são fundamentais, também, para manter a hidratação saudável e o organismo preparado para o desgaste do período. Cervejas e outras bebidas alcoólicas, embora tenham grande quantidade de água, aumentam a diurese, causando perda de líquido. Logo, não são indicadas para a reidratação. Por isso, se consumir cerveja, intercale a bebida com alguns copos de água, para hidratar o organismo, de fato.

4. A pele também deve ser hidratada. Para auxiliar a recuperação da pele desgastada pela exposição prolongada ao sol, prefira hidratantes à base de ureia, ácido lático ou lactato de amônio, que são mais eficazes. Se houver vermelhidão leve e ardência, use hidratantes, água termal e cremes calmantes. Mas, se a exposição ao sol foi excessiva, busque atendimento médico. O dermatologista irá avaliar a extensão e o grau da queimadura para prescrever o tratamento adequado (via oral e/ou tópica), nos casos mais graves.

5. Use fator de proteção solar (FPS) adequado ao seu tom de pele. O FPS varia conforme a cor da pele. Quanto mais clara, maior o FPS. Esse valor é definido considerando o tempo mínimo que cada tom de pele leva para ser afetado pela radiação ultravioleta. O mais seguro é utilizar FPS a partir de 30, sempre. Peles mais claras devem receber FPS mais alto. Lembre-se: a reaplicação é tão importante quanto o FPS.

6. Maquiagem, glitter e outros ornamentos na pele requerem atenção. Mesmo sem contraindicações, o uso de maquiagens e enfeites tópicos pede cuidados. O potencial alergênico desses adornos, associado à exposição ao sol ou sudorese excessiva, pode causar eczema, irritação e eventuais queimaduras. Não deixe de usar o filtro solar, mas retire a maquiagem com água e sabão (ou demaquilante), logo que possível. Ao primeiro sinal de intolerância (vermelhidão, coceira, ardência), suspenda o uso dos produtos e procure atendimento médico.

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