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CORPO CLÍNICO – Gestão em saúde e qualidade assistencial

5 de setembro de 2019

No mundo inteiro, as mudanças externas às organizações – oriundas de contextos sociais, econômicos, culturais e políticos – acabam por afetar o ambiente organizacional, em maior ou menor proporção. Entender esses cenários e identificar as alterações provocadas por eles é de suma importância para as organizações da saúde, na avaliação do superintendente médico do Hospital Português, Dr. Vicente Araújo. “O segmento médico-hospitalar é um dos mais impactados pelas oscilações políticas e econômicas, em nosso País. A partir de uma visão sistêmica, os gestores da área assistencial assumem os papeis de identificar e gerenciar processos internos atrelados aos desafios externos, delineando estratégias de manutenção da excelência nas práticas de cuidado e oferecendo subsídios para o alcance da eficiência nos resultados”, observa o gestor.

O melhor enfretamento de desafios, no HP, é consequência da adoção de metodologias de trabalho conjunto que, segundo o gestor, estão voltadas à maior eficiência e eficácia dos processos internos, tais como a manutenção do foco das equipes na conservação e melhoria dos padrões de assistência praticados. Dr. Vicente lembra, ainda, que os hospitais constituem sistemas organizacionais dos mais complexos, na atualidade: reúnem infraestrutura completa para a atuação de profissionais da saúde, no suporte a pacientes em tratamento das mais diversas enfermidades; ao mesmo tempo, respondem pelos maiores custos da atenção em saúde. “Manter o pleno desempenho desse espaço multidisciplinar de interação humana requer o uso mais racional de recursos e a padronização de práticas de qualidade e segurança, alinhadas com as demandas dos clientes e as metas de sustentabilidade institucional”, destaca.

O direcionamento da Instituição, nesse sentido, se reflete na gestão assistencial voltada para uma atuação interdependente e colaborativa dos times de trabalho, visando à superação de resultados e a consolidação da excelência no cuidado centrado no paciente, conforme ressalta o gestor. “Com efeito, iniciamos um programa assistencial, de modelos simplificados na rotina do HP, envolvendo diversas medidas, tais como: racionalização da internação hospitalar, com assiduidade e pontualidade da visita médica; especificação detalhada nos pedidos de exames complementares; fidelização ao memento terapêutico; alta hospitalar tempestiva e seguimento ambulatorial. Tudo isto, para alcance de maior satisfação na prestação e obtenção da assistência, com solidariedade, honestidade e ética inalienável”, finaliza.